Quero aproveitar essa análise de conteúdo da Essencis para lembrar uma situação comum em São Paulo, as enchentes. Terça-feira passada a cidade enfrentou um caos nas ruas, trânsito e alagamentos, que no fim resultou em muito lixo e prejuízo.
No dia seguinte, a prefeitura tratou de limpar as ruas, recolher todos os móveis estragados que a população deixou em suas calçadas e encaminhá-los a um aterro especial para produtos de enchente.
Imagina o aterro específico para esse tipo de lixo, que além de móveis, podem conter geladeiras, fogões, micro-ondas, máquina de lavar, enfim eletrodomésticos que também são vítimas das enchentes.
Não é uma imagem de proporções monstruosas?
Depois de visitar o estande da Essencis e rever o destaque da maquete da Manufatura Reversa, associei imediatamente às ações da Prefeitura, do encaminhamento único e direto desses resíduos ao aterro.
A Manufatura Reversa tem como princípio recuperar e reaproveitar ao máximo de equipamentos como refrigeradores, congeladores, condicionadores de ar, eletroeletrônicos, veículos, máquinas, entre outros. Ou seja, produtos descartados são desmontados, descaracterizados e reaproveitados, transformando em materiais e matéria prima para processos industriais e utilizadas em novas aplicações. Tudo aquilo que não puder ser reaproveitado é tratado e encaminhado para a destinação adequada.
A Essencis trabalha com os requisitos necessários que conferem eficiência no tratamento desses descartes. A desmontagem segue critérios técnicos específicos, assegurando correta separação de materiais como plásticos metais e vidros. Fluidos e gases são coletados, tratados, quando cabível recuperados ou incinerados (quando se trata de poluentes). É o caso do CFC, gás usado nos modelos antigos de refrigeradores, altamente poluente. A empresa recupera o CFC das espumas de poliuretano utilizadas nos sistemas de isolamento térmico dos equipamentos de refrigeração. Essa tecnologia é fruto da parceria com a empresa alemã SEG.
Além dessa solução, a Essencis oferece eficiência ambiental e segura no tratamento e destinação final de resíduos em aterro, biogás (energia), biopilha, co-processamento, incineração, dessorção térmica (tratamento de solo) e tratamento de efluentes.
Gosto do lema: Nada se perde, tudo se transforma!
Será que os móveis e todos esses materiais inutilizados pela enchente, ao invés de seguirem diretamente a um aterro sanitário, não poderiam passar por algum processo de reaproveitamento e depois transformado em algum tipo de energia?


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